Faculdade de Ceilândia da Universidade de Brasília completa 14 anos

Atualizado: 25 de ago.

No dia 26 de agosto, a FCE celebra mais um ano de trabalho de excelência que vem transformando a realidade de muitas pessoas

Celebrar um aniversário é celebrar uma história. No dia 26 de agosto, a Faculdade de Ceilândia da Universidade de Brasília (FCE/UnB) completa 14 anos e, ao olharmos o caminho percorrido até aqui, podemos resumir o sentimento em uma palavra: orgulho. A FCE é fruto de um programa de expansão universitária que visava ampliar a oferta de cursos, pesquisas e serviços no meio acadêmico e na sociedade como um todo. Com muita luta e dedicação, os desafios iniciais foram superados e, hoje, a FCE tem uma estrutura de excelência e um projeto pedagógico inovador.

Podemos dizer que a história da FCE iniciou em 2007, quando a Universidade de Brasília (UnB), reforçou o cumprimento de sua missão institucional e educacional de estabelecer um novo padrão de universidade brasileira na formação de cientistas e técnicos atuantes e inovadores para a promoção do desenvolvimento do país, quando o Conselho Universitário (Consuni) aprovou o documento “A UnB rumo aos 50 anos: Autonomia, Qualidade e Compromisso Social” e a “Carta de Intenções” para seu ingresso no Programa de Apoio a Planos de Reestruturação Expansão das Universidades Federais (Reuni). Instituído pelo Decreto nº 6.096, de 24 de abril de 2007, do Ministério da Educação – MEC, o Programa Reuni tem como objetivos criar condições para a ampliação do acesso e permanência na educação superior, em nível de graduação, aumentar a qualidade dos cursos e melhorar o aproveitamento da estrutura física e de recursos humanos existentes nas universidades federais, respeitadas as características particulares de cada instituição e estimulada a diversidade do sistema de ensino superior.

Foi então que, em 2008, foi criada a Faculdade de Ceilândia da Universidade de Brasília (FCE/UnB), com o desafio de ampliar e criar cursos na área de saúde, desafio que vem sendo executado com maestria. Além dos cursos graduação, tais como Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Saúde Coletiva e Terapia Ocupacional, e dos cursos de pós-graduação Ciências da Reabilitação, Ciências e Tecnologias em Saúde Análises Clínicas, Fisioterapia Traumato-Ortopédica, Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia Neurofuncional, a FCE tem um forte trabalho com grupos de pesquisa e projetos. Entre eles, estão o Grupo de Pesquisa Plasticidade Musculotendínea, o Grupo de Pesquisa Fotoquímica e Saúde, o Centro de Referência Sobre Drogas e Vulnerabilidades Associadas, o Grupo de Pesquisa em Reabilitação Cardiorrespiratória e Tecnologias Assistivas em Fisioterapia, o Núcleo de Tecnologia Assistiva (NTAAI), Acessibilidade e Inovação, o Grupo de Pesquisa sobre Acesso a Medicamentos e Uso Responsável (AMUR) e a Universidade do Envelhecer (UniSER). A UniSER é, hoje, o maior o maior Programa gratuito de Extensão da UnB, e tem como objetivo contribuir para o despertar de um envelhecimento alicerçado na valorização do ser, do aprender e do ensinar, valorizando ainda a convivência e aprendizado em grupo.

Todas as conquistas desta trajetória em busca do conhecimento, de uma universidade pública atuante do progresso da ciência e no comprometimento com a comunidade, são reflexo da dedicação de cada pessoa que fez e faz parte desta construção coletiva. Atualmente, a FCE possui cerca de 2563 alunos de graduação matriculados, 186 alunos de pós-graduação, 156 docentes efetivos, 68 técnicos-administrativos, 30 funcionários terceirizados e uma comunidade de 3000 pessoas. A direção é composta pelo diretor e professor, João Paulo Chieregato Matheus, e a vice-diretora e professora, Laura Davison Mangilli Toni.


É por esta história de conquistas e superações que celebramos e parabenizamos a todos docentes, servidores técnico-administrativos, colaboradores e estudantes da Faculdade de Ceilândia da Universidade de Brasília (FCE/UnB). Que os próximos anos continuem sendo de colheita deste trabalho de excelência que vem transformando a realidade desta comunidade.


Fotos: Nicolly Beatriz



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